por verônica machado
O peso no ar, no corpo, na carne… o peso no olhar
A fome que some, sem avisar, sem nome
De repente chega
Surge sempre sem controle, sem avisar, somente nasce… semente
Que brota sem que eu queira, no peito
Não tente sugar a dor, sugando a carne e o fôlego… não tente
Não adianta, ela adormece, mas acorda sempre… ela vive
Assim é.
